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BRASÍLIA – O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec) voltou a crescer e alcançou o patamar inédito de 119,3 pontos em agosto, de acordo com dados divulgados hoje, 2, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em relação a julho, o indicador que avalia o sentimento do consumidor em relação aos fatores que influenciam sua disposição para ir às compras aumentou 2,1%.

Segundo a entidade, a pontuação alcançada no mês passado foi a maior da série histórica do Inec iniciada em 2001, o que, de acordo com o documento, “mostra que o consumidor brasileiro está especialmente otimista”.

O crescimento em agosto na comparação com o mês anterior foi principalmente pela melhora das percepções dos entrevistados em relação ao desemprego e à inflação, duas das variáveis que compõem o índice. De acordo com os dados, a avaliação dos consumidores sobre a inflação melhorou de 8% em agosto, o quarto aumento consecutivo. “A trajetória recente dos preços aumentou o otimismo dos consumidores”, afirma a nota.

Já as perspectivas a respeito do desemprego ficaram 8,6% mais positivas. Além disso, a visão dos entrevistados quanto à situação financeira progrediu 0,7%, assim como a propensão a realizar compras de bens de maior valor, cuja variação foi de 0,8%.

Por outro lado, tanto a variável que mede a expectativa de aumento na renda quanto a que se refere ao endividamento apresentaram piora de 1% em agosto. Segundo a CNI, os dados revelam que menos consumidores esperam conseguir aumento de salário nos próximos meses, assim como menos entrevistados conseguiram reduzir suas dívidas no período avaliado. O questionário foi aplicado a 2.002 pessoas entre os dias 18 e 21 de agosto.

Saiba mais

BRASÍLIA – O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec) voltou a crescer e alcançou o patamar inédito de 119,3 pontos em agosto, de acordo com dados divulgados hoje, 2, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em relação a julho, o indicador que avalia o sentimento do consumidor em relação aos fatores que influenciam sua disposição para ir às compras aumentou 2,1%.

Segundo a entidade, a pontuação alcançada no mês passado foi a maior da série histórica do Inec iniciada em 2001, o que, de acordo com o documento, “mostra que o consumidor brasileiro está especialmente otimista”.

O crescimento em agosto na comparação com o mês anterior foi principalmente pela melhora das percepções dos entrevistados em relação ao desemprego e à inflação, duas das variáveis que compõem o índice. De acordo com os dados, a avaliação dos consumidores sobre a inflação melhorou de 8% em agosto, o quarto aumento consecutivo. “A trajetória recente dos preços aumentou o otimismo dos consumidores”, afirma a nota.

Já as perspectivas a respeito do desemprego ficaram 8,6% mais positivas. Além disso, a visão dos entrevistados quanto à situação financeira progrediu 0,7%, assim como a propensão a realizar compras de bens de maior valor, cuja variação foi de 0,8%.

Por outro lado, tanto a variável que mede a expectativa de aumento na renda quanto a que se refere ao endividamento apresentaram piora de 1% em agosto. Segundo a CNI, os dados revelam que menos consumidores esperam conseguir aumento de salário nos próximos meses, assim como menos entrevistados conseguiram reduzir suas dívidas no período avaliado. O questionário foi aplicado a 2.002 pessoas entre os dias 18 e 21 de agosto.

Saiba mais

BRASÍLIA – O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec) voltou a crescer e alcançou o patamar inédito de 119,3 pontos em agosto, de acordo com dados divulgados hoje, 2, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em relação a julho, o indicador que avalia o sentimento do consumidor em relação aos fatores que influenciam sua disposição para ir às compras aumentou 2,1%.

Segundo a entidade, a pontuação alcançada no mês passado foi a maior da série histórica do Inec iniciada em 2001, o que, de acordo com o documento, “mostra que o consumidor brasileiro está especialmente otimista”.

O crescimento em agosto na comparação com o mês anterior foi principalmente pela melhora das percepções dos entrevistados em relação ao desemprego e à inflação, duas das variáveis que compõem o índice. De acordo com os dados, a avaliação dos consumidores sobre a inflação melhorou de 8% em agosto, o quarto aumento consecutivo. “A trajetória recente dos preços aumentou o otimismo dos consumidores”, afirma a nota.

Já as perspectivas a respeito do desemprego ficaram 8,6% mais positivas. Além disso, a visão dos entrevistados quanto à situação financeira progrediu 0,7%, assim como a propensão a realizar compras de bens de maior valor, cuja variação foi de 0,8%.

Por outro lado, tanto a variável que mede a expectativa de aumento na renda quanto a que se refere ao endividamento apresentaram piora de 1% em agosto. Segundo a CNI, os dados revelam que menos consumidores esperam conseguir aumento de salário nos próximos meses, assim como menos entrevistados conseguiram reduzir suas dívidas no período avaliado. O questionário foi aplicado a 2.002 pessoas entre os dias 18 e 21 de agosto.

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